sexta-feira, 19 de junho de 2009

Pra ti em quanto somos vivos

tenho claro em mim o dia em que te vi ia navegando em minha minúscula canoa guiada pela luz da candeia quando tu saltaste na minha direção era o boto sinhô era o boto sim sinhô  o boto  de terno branco gravata rosa sapato de duas cores perfume francês borges mil e uma noites quixote lendas orientais contos fantáticos go xadrez poe saramago umberto eco sócrátes agripa miltom valente aulas de latim gramatica pelo metodo confuso tintas lápis papel cadernos miragem sonhos de zamzibar frescal de são joquim do suco morno da maça gala dos tempos do salvador dali calor teatro  vinho música cinema filha no colo lianas és boto sim sinhô sempre tua k

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