quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Tesouros encontratos.

 São Bernardo
 Os livros que nunca fazem falta a ninguém, os que acumulam pó nas prateleiras, livros antigos condenados ao degredo. Foi recolhendo livros desta natureza que encontrei uma edição de 1761 o autor me era então desconhecido - Edward Young, diarios de moças dos anos 40, cadernos de nota de engenharia, cadernos de campo, tratados de medicinas, atalas  corpo humano, uma coleção completa sobre as antigas civilizações, MU, Atlandida, Maias, Asteca, Marajoaras, Tapajoaras, estudos completos sobre a ilha de Páscua, tratados das oficina líticas e inscrições rupestres da ilha de Santa Catarina. 
Passei o inverno lendo, nestes dias chuvosos  e umidos se acentua o  perfume dos livros desterrados - ligeiramente acre.
Limpo as vezes com uma trincha bem macia só o suficiente para não espirrar muito. No livro do Edward Young encontrei outro tesouro que é uma edwise tão antiga quanto a edição, não tive coragem de retira-la do interior do livro. Há quantos séculos ela repousa em paz dentro dessas páginas, quem a colocou, qual foi a intenção e o que revela.
Outro encontro feliz foi com um pequeno livreto com os textos de São Bernardo de Claraval -
"Amo porque amo, amo para amar. Grande coisa é o amor, contanto que vá a seu princípio, volte à sua origem, mergulhe em sua fonte, sempre beba donde corre sem cessar". "Non nobis, Domine, non nobis, sed Momini Tuo ad Glorian".  

Agradeço ao acaso.

O céu é o limite, talvez...

Quando penso em você

Fagner

Quando penso em você fecho os olhos de saudade.
Tenho tido muita coisa, menos a felicidade.
Correm os meus dedos longos em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego já me dá contentamento
Pode ser até manhã sendo claro feito dia, mas nada do que me dizem me faz sentir alegria.
Eu só queria ter do mato um gosto de framboesa, pra correr entre os canteiros e esconder minha tristeza.
Eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza e deixemos de coisa cuidemos da vida, pois se não chega à morte ou coisa parecida, e nos arrasta moço sem ter visto a vida.
Eu só queria ter do mato um gosto de framboesa, pra correr entre os canteiros e esconder minha tristeza,
Eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza, deixemos coisa cuidemos da vida, pois se não chega à morte ou coisa parecida e nos arrasta moço sem ter visto a.
Vida

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Manuscritos Arabe on-line

Manuscritos Wellcome árabe on-line
A coleção de manuscritos árabes da Biblioteca Wellcome (Londres) compreende cerca de 1000 livros manuscritos e fragmentos relacionados com a história da medicina.  
Pela primeira vez este site permite que uma proporção substancial desta coleção para ser consultado on-line através de imagens de alta qualidade digital.

Isso tem sido possível graças a uma parceria pioneira entre as Bibliotheca Alexandrina, Biblioteca Wellcome, e King College de Londres, com financiamento do programa de estudos JISC islâmico.

Estes manuscritos são parte da coleção da Biblioteca da Ásia Wellcome, que compreende cerca de 12.000 manuscritos e livros impressos 4.000 em 43 línguas diferentes. As participações islâmica incluem manuscritos árabes e persas e livros impressos, e uma pequena coleção de manuscritos e livros otomano turco. O núcleo dessas coleções se relaciona com a grande herança da medicina clássica, preservada, ampliada e comentada em todo o mundo islâmico, que se estende do sul da Espanha para o Sul e Sudeste da Ásia.
Textos contém a história da Medicina, como os estudos de  Avicena (980-1037) e de outros autores dos século VIII ao XX.
A meta deste projeto é digitalizar 75 mil manuscritos em alta resolução.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Uby Oliveira

O poeta se foi tragicamente, fica o nosso carinho e saudade.
Uby dedicou sua vida a poesia.
Chove, faz frio a cidade chora.




HOJE É UM DIA DE ANJO
                                                
                                                CÉU ABERTO E AZULE


                                               A ESTRELA DA FELICIDADE


                                                   BRILHA NOS CANTOS


                                                 MAIS ÍNTIMOS DA ALMA




http://blogubyoliveira.blogspot.com/                                                                UBY OLIVEIRA

Pedra de Toque.

A Pedra de Toque é a única pedra quente que voce encontra. É rara, ela é encontrada quando menos voce espera, é o momento exato de tomar cuidado para não atirá-la no fundo do rio.
Na semana que passou realizei uma oficina de encadernação no Centro de Memória da Assembléia Legislativa de SC, com o apoio do Centro de Documentação e Escola do Legislativo Catarinense.
Tenho particular carinho por este espaço, é sem dúvida um centro de referência importante  na conservação dos documentos públicos. A equipe trabalha com dedicação exclusiva dás 7 horas ás 19 horas de segunda á sexta-feira. 
 Foi uma semana intensa,  compartilhei do cotidiano da equipe do Centro de Memória e Documentação, me surpreendeu com o tratamento dispensado, mais de vinte pessoas diariamente são atendidas, deputados, senadores, funcionários, estudantes, pessoas que precisavam apenas de uma informação do tipo onde fica o centro médico, ou de um auxilio tanto técnico quanto humano.
 No Centro de Memória e Documentação se sente o valor do trabalho e me faz lembrar  as últimas estrofes do Hino de Santa Catarina .
---Cada homem um bravo
     Cada bravo um cidadão.





sábado, 27 de agosto de 2011

A joia da minha coroa literalmente.


Amo as gemas em todo o seu esplendor, porém o meu ponto fraco são as belas joias produzidas pelo homem, impressas em papel, lapidadas pelo tempo. Outro dia em pleno verão minha alma estava imersa na lama, o calor me cozinhava os nervos, o mofo avançava solene em minha direção. Abracei o mofo. Chegou o outono passou o outono e chegou o inverno. Abri o meu cofre secreto - peixes, mares distantes, rios profundos, rios submersos, seres fantásticos, uma biologia nova a ser aceita, terra nova  encontrada, margens distantes separadas por kilometros,  o rio da minha aldeia é o maior, gigantesco e profundo.
Comecei a ler Night the sevent. Second Part of the INFIDEL RECLAIMD. The containing the Nature Proof, and importance of Immortality.
Trata-se de uma modesta edição de 1761. Impressa em papel, no original.
No entanto no meio da leitura me dê conta que não me lamento, pois o rio da minha aldeia é infinitamente maior do que o Tejo, pois o rio da minha aldeia ainda esta por ser descoberto Nasce no Peru e desagua no atlantico e  pouca gente sabe disso. Até mesmo Pessoa, Templário do quinto império.
Talvez sem alguma modéstia o Hanza seja a chave de toque que nos mostre no futuro a estrada soterrada do continente perdido de MU.
Diante do exposto Fecho o livro de Edward Young e me recolho.


Brasileirinho abafou!

O Brasileirinho abafou é a nossa alma, é o nosso ser Macunaíma revigorado.
Em pleno século XXI ainda existe um pequeno grupo de pasmolengas que pretendem, que sonham, com a volta da monarquia no Brasil. Acorda meu povo e vem pra rua sambar. O Brasil é o meu país, anáquico, multicultural,  o país do besterol, da anarquia in conteste.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Documentos do DOPS/SP encontam-se liberados para pesquisa.

 Os documentos do DOPS/SP estão liberados, e os documentos do DOPS/SC onde estão?

Funcionários do Arquivo Público de SP - Foto terra.com.br  

O Arquivo Público do Estado de São Paulo anunciou nesta segunda-feira que colocou a disposição do público documentos do Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops) encontrados empoeirados e infestados de cupins em uma Delegacia de Polícia na cidade de Santos, em fevereiro do ano passado. São aproximadamente 45 mil fichas nominais ou temáticas que reúnem 11,6 mil prontuários produzidos pelo órgão. O Deops era responsável por reprimir delitos de ordem política e social contra a segurança do Estado.
Os documentos encontrados do Deops, que atuou entre 1924 e 1983, mostram a atuação do órgão principalmente durante o período da ditadura militar, com informações sobre Carlos Lamarca, Frei Betto, Carlos Marighella, o ex-presidente Lula, e personagens da política local, sindicatos e movimentos estudantis.
Segundo o Arquivo Público, os documentos passaram por um processo de desinfecção, higienização, desmetalização, re-acondicionamento e organização arquivística do material. O próximo passo será analisar as 150 caixas para que o conteúdo possa ser identificado e disponibilizado ao público.
Segundo o Arquivo Público do Estado de São Paulo, um dos maiores do Brasil, o governo paulista mantém os registros do Deops abertos desde o início da década de 90, e os documentos do extinto departamento são os mais procurados por pesquisadores e pessoas investigadas durante a ditadura militar. São cerca de 150 mil prontuários, 1,5 milhão de fichas e 9 mil pastas com dossiês, 1,5 mil pastas de Ordem Política e 2,5 mil pastas de Ordem Social.

domingo, 21 de agosto de 2011