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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Tintas Ferro-Gálicas - como fazer.


Existiam várias receitas para fazer tinta para escrita na Idade Média, com uma larga variedade de ingredientes e processos. A tinta ferro-gálica é um dos dois tipos mais comuns de tinta usada na época, e a mais usada a partir do século XII. Este nome deriva diretamente dos principais ingredientes usados para a sua feitura: o sulfato de ferro (II) e o ácido tânico que vem da noz-de-galha. A tinta de cor negra resulta da reação química destes dois ingredientes numa base aquosa, aos quais se junta a goma arábica para espessar a tinta.

As nozes de galha (ou bugalhos) dos carvalhos usadas para fazer a tinta resultam da resposta da árvore ao ataque de um organismo invasor, neste caso pela postura de ovos de uma vespa na árvore.

A larva da vespa. Existiam várias receitas para fazer tinta para escrita na Idade Média, com uma larga variedade de ingredientes e processos. A tinta ferro-gálica é um dos dois tipos mais comuns de tinta usada na época, e a mais usada a partir do século XII. Este nome deriva diretamente dos principais ingredientes usados para a sua feitura: o sulfato de ferro (II) e o ácido tânico que vem da noz-de-galha. A tinta de cor negra resulta da reação química destes dois ingredientes numa base aquosa, aos quais se junta a goma arábica para espessar a tinta. A vespa desenvolve-se e quando está totalmente formada faz um pequeno furo no bugalho por onde escapa. Para trás deixa o seu "casulo" vegetal cheio de ácido tânico (resultado da sua formação).
A goma arábica é uma resina natural extraída das acácias, é solúvel em água e tem uma cor dourada.O sulfato de ferro (II) era conhecido por vários nomes, como vitriolo, copperas ou caparrosa. Atualmente o termo "copperas" distingue-se entre "green" (verde) copperas para o sulfato de ferro, e "blue" (azul) copperas para o sulfato de cobre.Uma receita para tinta ferro-gálica: Toma canada e meia de água de chuva e deita-lhe dentro um arratel de galha em bocados, e faz ferver isto a fogo lento até que se reduza a metade. Lança-lhe então duas onças de goma arábica pulverizada que terás primeiro dissolvido em vinagre em quantidade suficiente. Junta-lhe depois disto oito onças de caparrosa ou vitriolo romano, deixa-a ferver mais um quarto de hora e depois de esfriar retira por inclinação e guarda-a. (Segredos Necessários para os Officios, etc, 1802). Outra receita: Toma uma onça de galha batida, três ou quatro onças de goma arábica, junta-as num recipiente ao fogo com água de chuva, e quando a goma estiver quase evaporada despeja-a através de um pano e junta-lhe metade de uma taça de vitriolo em pó. (A Booke of secrets, 1596).



quinta-feira, 16 de maio de 2013

Estabilização da tinta ferrogálica.

 

Trabalhos desenvolvidos pelo Serviço de Preservação, Conservação e Restauro do Arquivo Regional da Madeira.

         Este texto é o relato do trabalho realizado pela equipe de Conservação  e Restauro da Ilha da Madeira.

Agradeço a minha amiga virtual Regina Viera, que compartilha suas experiências e revela os "segredinhos de ofício." Tão zelosamente guardados pelas guidas locais. 

A formula da "tinta ferrogálica" é universal existe desde o império romano, porém na Ilha de Santa Catarina,  os doutores da restauração e patrimônio cultural, afirmam: tudo o que foi feito na Ilha de Santa Catarina no século XVIII contém óleo de baleia, essa máxima é valida para as construções - igrejas, casas e fortins. Logo há presença do óleo de baleia na tinta ferrogálica usada nos nossos documentos.
Misericórdia Senhor, eles não sabem o que dizem...

Vamos ao que interessa!


Conservação de documentos degradados pela corrosão da tinta ferrogálica


conservação de documentos degradados pela corrosão da tinta feerrogálica
O presente artigo tem por base uma investigação inicial de uma tese de mestrado e pretende abordar a experiência do serviço de preservação, conservação e restauro (SPCR) do ARM, na estabilização da tinta ferrogálica, através de um tratamento à base de ácido fítico. Ao longo do artigo serão abordados os processos de degradação da tinta, a metodologia de estabilização e os resultados obtidos.

Veja aqui o artigo no link .
Tintas ferrogálicas -

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Tintas Ferrogalicas

Imagem de: http://www.alvissaras.50webs.com/eanes.html
A quem interessar possa informo; as Tintas Ferrogalicas não foram  feitas com o óleo das baleias caçadas na ilha de Santa Catarina no século XVIII.
A tinta ferrogálica é a tinta mais importante da história do ocidente. Conhecida pelos Romanos e utilizada desde  a  Alta Idade Média - século XII. 
É uma tinta difícil de apagar - exceto quando lavada com hipoclorito - logo muito útil para todos os tipos de registros. Em todos os acervos tanto de museus quanto de bibliotecas, urbi et orbi, em qualquer sítio,  encontramos documentos, obras de arte, partituras musicais, atas e registros escritos com tinta ferrogálica.
Leonardo da Vinci, Tiepolo, Goethe, D. Pedro I, Pero Vaz de Caminha, D. Pedro II, Floriano Peixoto, Barão de Batovi, Marques de Pombal, Ir. Joaquim, Alexandre de Gusmão, Joana de Gusmão, o rábula da esquina, todos sem exceção usavam a tinta ferrogálica, por que era o que havia. O desenvolvimento das tintas sintéticas começa em 1867, portanto no século XIX.
O que é a Tinta Ferrogálica?
A tinta ferrogálica é um composto de quatro ingredientes básicos; extrato de ácido tánico - obtido da nóz do carvalho, sulfato ferroso, goma arábica e água. Esta é a  fórmula básica,  não há uma receita definitiva, em lugares de clima frio se usa brend, álcool.  Para colorir mapas, acrescenta-se tintura de pau Brasil,  tintura de pau Campeche. Não há registro de óleo de baleia.
A durabilidade, varia de acordo com a composição da tinta e a qualidade do suporte, papel ou pergaminho.
A tinta ferrogálica em contato com a luz e o oxigenio, se torna corrosiva e ataca o suporte, tanto faz se é papel ou pergaminho, por que o resultado desta mistura é altamente ácido. 
Originariamente a cor da tinta oscila entre o negro, negro azulado, com o passar do tempo muda para o marrom, é uma tinta instável, a acidez da tinta migra de uma página para outra página produzindo sombras, manchas borradas. 
A corrosão,  acontece devido a natureza higroscópica do papel - quando a umidade  da atmosfera esta alta se expande, quando esta baixa as fibras do papel se contraem, tornando o papel quebradiço. O resultado da degradação da celulose e a reação química da tinta danificam o papel. Porém não é em um século que este fenômeno ocorre, é lento e depende muito das condições e dos cuidados, da conservação.
Fatores de degradação;
- a tinta: composição e quantidade aplicada.
- o papel: composição e espessura.
- acondicionamento, condições sanitárias do acervo.
- luz: solar, luz ultra violeta.
- restauradores: lavar o papel a fim de deixá-lo branco com hipoclorito.

 Saiba mais em :  Manual do Artista de Ralf Mayer, Segredos de Oficina.

terça-feira, 20 de março de 2012

Caderno Cinético







O Caderno Cinético ou caderno-objeto é um suporte do processo criativo. O desafio é encadernar de forma harmônica, materiais diversos e distintos entre si, tanto quanto sua natureza ou seus estados. Mutável e acolhedor, é um espaço para desenvolver sua criatividade. 



Material – Além do material tradicional empregado na encadernação estaremos oferecendo outros suportes: disco de vinil, tecidos, papel de parede, caixa de ovo, fitas k7, madeira, botões e etc.
Técnica – Costura estilo copta, borboleta, piano, estrutura cruzada, costura japonesa .



Público Alvo – Alunos do curso de Moda, Design e outros interessados.



Número de Vagas - 10 (dez vagas).



Carga horária – 20 horas


Local – Museu da Escola Catarinense rua Saldanha Marinho 

        n. 169  Centro - Florianópolis SC


Horário – dás 08:00h às 12:00h



Data - 28,29 e 30 de março.


A Oficina é gratuita, o material utilizado é de responsabilidade do aluno, sendo que a compra será coletiva, o valor previsto é de R$ 30,00 por aluno. Este valor deverá ser aportado no ato da inscrição.


Inscrição – por email : cursosmesc@hotmail.com


Certificado - será emitida pelo Museu da Escola/UDESC



Coordenação: Prof. Marlene Torrinelli

Ministrante: Kézia Lenderly 


Contato: cursosmesc@hotmail.com 

         infolio@hotmail.com 

sábado, 21 de janeiro de 2012

Em fim o sol igual a cianotipia

O óbvio, sem sol a cianotipia é impossível.
 A sombra  revela os fantasmas, as diabrites, os seres que fogem da luz do sol. A pele destes demônios tem uma textura macilenta, úmida, pegajosa. Quando me encontrava na fase pueril da existência li ávidamente H.P. Lovecraft, e  nunca considerei a possibilidade de me confrontar com os demônios descrito por  ele. Eis que me encontro sentada degustando uma chiabatta, quando um destes seres, me aborda. Respirei fundo, engoli com certa resistência o pedaço de pão e fugi. 
 O demônio correspondia a exata descrição de Lovecraft: sorri, tem um olhar apertado e se insinua., no melhor estilo " oi querida como vai, andas sumida, a quanto tempo não te vejo, sabes quem eu vi aqui..." . O padrão é sempre o mesmo.
Quando o demônio  gordo se apresentou à minha frente travestido de mulher e começou a catilinária, tocou a minha sineta interna e corri. Fechei os ouvidos, tapei os olhos, abandonei a chiabatta e em desabalada carreira cortei o corredor e me refugiei no espaço onde queimavam meus fotogramas. 










domingo, 15 de janeiro de 2012

Bonefolder ...Sem palavras...


SATURDAY, JANUARY 7, 2012

The Bonefolder — Volume 8, 2012

Publisher’s Note

On January 13 we release Volume 8, 2012, the largest (and regrettably last) issue of The Bonefolder. What started as an experiment in open-access online-only publishing “way back” in 2004 grew into perhaps the most widely read publication in the book arts with over a quarter million downloads for all issues combined since we began with a global readership. Listing of the The Bonefolder in the Directory of Open Access Journals (DOAJ) placed us in just about every research library’s online catalog, and participation in LOCKSS will ensure long-term access to all issues (as do  Syracuse University Library’s and the Internet Archive’s servers). This growth, however, also brought with it ever increasing workloads for the small and incredibly dedicated editorial staff who solicited articles, worked with authors, and much more. With the 2011 issue we switched to an annual format (something catalogers curse publishers for) in the hopes that it would allow us to streamline processes and spread the work out as it came in. Alas, that did not happen in the way we had hoped and the process became unsustainable… When we began we knew it would be a challenge, albeit a fun one inspired by other independent publications such as Fine Print and Bookways, but also membership publications such as The New Bookbinder and The Guild of Book Workers Journal.  Since we started other publications in the book arts other sprung up but ours remains the only freely accessible journal in the field. 

Looking back, I think we more than surpassed our initial goals, and while I have deep regrets about “closing the book” I feel it is far better to leave the field at the zenith when we all still have energy for other pursuits (that we all know will come) rather than forcing ourselves to continue. So, it is with an intense sense of pride that I thank all those who have worked to make this publication the success it became – Donia Conn who encouraged me to start things in 2004, Pamela Barrios, Chela Metzger and Don Rash who formed the original core, Karen Hanmer who soon joined the team, and finally Ann Carroll Kearney who was a very welcome addition with this issue.  To Samantha Quell, a long-time student of mine, our thanks for indexing our 14 issues thereby enhancing access. All of you contributed greatly to our success. Finally though, we would have not been able to exist at all if not for our authors, some established, some new, who filled our issues with articles that covered the full spectrum of the book arts.


To all thank you! 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Como encadernar um livro.

 D. Calos Rey é espanhol e dedica-se a encadernação, reside em um lugar paradisíaco em La Coruña,
  tem como mascote, a Rufo. Faz um bom tempo que o visito. Com D. Carlos Rey aprendi muitas coisas sobre encadernação e marmorização de papel "al engrudo".
Simples assim: www.aquiseencuaderna.com



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Uma catástrofe no Egito, uma catástrofe para humanidade

Imagem do lemond
Neste domingo, 18 de dezembro  o prédio onde abrigava o Instituto do Egito continuava a  queimar. Todavia vários manifestantes entraram no prédio, na tentativa de salvar o que restou da coleção de Manuscritos. O incêndio começou no dia 17, de dezembro. Segundo as autoridades o fogo foi provocado pelos manifestantes que lançaram sobre o prédio coquetel molotov, porém esta versão é contestada.

 O Ministro da Cultura Shaker Abdel Hamid descreveu o desastre "catástrofe para a ciência", e anunciou a "formação de um comitê de especialistas em restauração de livros e manuscritos, quando as condições de segurança o permitirem.""O prédio continha manuscritos muito importantes e livros raros que é difícil encontrar o equivalente no mundo," disse ele, referindo-se aos esforços que envolvam "jovens da Revolução, o Conselho Supremo de cultura e restauradores para salvar o que for possível. ""É um grande desastre para o Egito", respondeu Raouf El Reedy, ex-embaixador egípcio em Washington e membro do Instituto. "Este instituto faz parte da história comum entre a França e o Egito", disse o arqueólogo Christian Leblanc, membro do Instituto.  

Enquanto eles  decidem a quem  pertence a autoria do incêndio, os documentos perdidos estão e nada mais se pode fazer.
continue lendo em http://www.lemonde.fr

domingo, 4 de setembro de 2011

Segredos Revelados - Colas Neutras.


Quem não cola não sai da escola, até mesmo Dona Perfeição teve seus dias. É pra esta senhora que dedico este post, nunca errou sempre a melhor em tudo o que faz, até mesmo ELE o criador, comete falhas incríveis. Que o diga Dueña Perfeccion. 

VAMOS AO TEMA - COLAS 

As colas são de origem natural - vegetal e animal ou sínteticas . 
O  uso da cola na restauração e na encadernação segue o seguinte mandamento.
1. A cola é reversível.
2. É neutra
3. É compatível com os materiais a serem colados.
4. Atóxica
5. Tem um bom comportamento quando envelhece. 
6. É facilmente aplicada.
7. Não mancha.
8. Não contém solventes químicos a base de petróleo.
9. Não deforma os materiais.
10. Cola e descola

COLAS DE AMIDO

Os amidos são a principal reserva de glícidios do mundo vegetal, as colas de amido são empregadas a milênios no Japão. As principal excelência dessa cola é sua conservação quando seco, perfeita reversibilidade na água, adere muito bem a superfície, é translúcida, e estável como se pode conferir ao longo do tempo. O custo dessa cola é muito barato.
Cola de trigo, cola de amido de milho, cola de arroz.

ONDE APLICAR
1. Nos reforços, nas carcelas e principalmente nas capas de couro - as colas de origem sintética craquelam o couro.

COMO FAZER 
1. Dissolva o amido em água fria e acrescente água fervente e deixe cozinhar em banho Maria até ficar translucida.
2. Faça apenas o que vai consumir no dia.
3. Importante - use água deionizada ou filtrada.
4. Para aumentar a viscosidade acrescente CMC

COLAS SINTÉTICAS.
Esqueça as colas a base de PVA mesmo utilizando hidróxido de cálcio e CMC não estou segura do sucesso dessa mistura. Observei em documentos restaurados um alo em torno da aplicação. Prefiro não arriscar o emprego dessa mistura, diretamente no corpo dos documentos.

KLUCEL G
Onde encontrar na Talas em NY.Preço bem baratinho.
É um adesivo não-iônico solúvel em água e álcool. Mistura-se bem com cera quente. É termoplástico quando seca fica claro e muito flexível, melhora a resistência do couro craquelado. É empregado na consolidação do couro e como adesivo para pergamínios.  

COMO FAZER
Misture na proporção de 1,5 colher de chá para uma xícara de álcool isopropilico e deixe descançar durante 12 horas. 

ONDE ENCONTRAR
Na Talas em NY.Preço bem baratinho.

domingo, 21 de agosto de 2011

E-papel. Reciclável até 260 vezes.



 ...Enquanto isso na Pindoramba chove dentro dos acervos, nehuma folha sequer dos 5.000.000.000 de documentos encontra-se digitalizado. A terra gira veloz e Pindoramba segue corrupta e lenta, é a nossa herança colonial portuguesa, burocrática, corrupta e negligente. 

Papel eletrônico pode ser reutilizado até 260 vezes.

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DA REUTERS, EM TAIPÉ
O i2R e-Paper é um tipo de papel, mas não papel como nós o conhecemos --não ainda, afirmaram os responsáveis por seu desenvolvimento, de Taiwan.
O produto usa uma impressora térmica, do mesmo tipo empregado em máquinas de fax. Quando a mensagem não é mais necessária, o papel pode ser apagado com um botão --pronto para ser usado novamente até 260 vezes.
Pesquisadores do Instituto de Pesquisa Tecnológica Industrial, onde o papel foi desenvolvido, dizem que ele é o substituto ideal para letreiros de papel e cartazes que são produzidos aos milhares ao redor do mundo.
"Acho que a maior inovação é que aparelhos com painéis tradicionais normalmente precisam de eletricidade para mostrar letras, mas nossa tecnologia torna isso mais parecido com o uso de papel normal", disse John Chen, vice-presidente do Instituto e diretor-geral do Centro de Tecnologia de Painéis.
"Em primeiro lugar, ele não requer eletrodos padronizados --é muito leve, macio e pode-se escrever novamente nele. Dessa perspectiva, ele é um papel eletrônico autêntico."
O que diferencia o i2R e-Paper é o seu revestimento --um filme plástico coberto com um tipo de cristal líquido cuja estrutura é similar à de moléculas de colesterol.
O composto não requer uma luz traseira para a impressão e pode produzir diferentes cores.
Quando conectado a uma fonte de eletricidade, o que está impresso pode ser apagado. Também há uma impressora modificada que apaga o papel ao fazê-lo rolar para trás.
Um pedaço do papel do tamanho de uma folha A4, que já está sendo produzido, custa cerca de 60 dólares taiwaneses (cerca de R$ 3,30). Os envolvidos no projeto esperam que ele esteja disponível para consumidores dentro de dois anos.
fonte: http://www1.folha.uol.com

sábado, 20 de agosto de 2011

Livro de Registro de Protocolo.




Fred, é o melhor guarda-livros que conheço: não perde documentos, corre com os ratos, não tolera desorganização. É o meu Mascote...Adora cinema, Mozart e silêncio.

segunda-feira, 20 de junho de 2011